O Combatente – #1

Quando o alarme dispara às duas da manhã, ele tem certeza de que ainda está sonhando. Ele apenas fechou os olhos, então não pode ser hora de acordar. Mas é. O problema é que depois de vinte horas trabalhando duro para proteger as famílias dos outros, tentando ganhar no setor privado o dinheiro que a polícia é que deveria fornecer, essas três horas de sono parecem passar como um relance, um breve interlúdio de vida tão profundo quanto a própria morte.

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