Maritain, o Objetivista

“Eu não sou um neo-tomista. No geral, eu prefiriria ser um paleo-tomista do que um neo-tomista. Eu sou, ou pelo menos eu espero que seja, um tomista.”
Jacques Maritain, “Existência e o Existente”, Introdução.
(A Tentação de Sto. Tomás de Aquino, por Bernardo Daddi, 1338.)

Claro que Jacques Maritain não era um objetivista; ele era um tomista. E ser tomista, aprendi, é participar pelo menos do primeiro (e, possivelmente, do mais importante) axioma do objetivismo: “Existência existe”. Isso facilita muito minha vida, agora que decidi apresentar um trabalho inexistente sobre ele em uma conferência no futuro próximo.

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