Truby e o Mundo da Estória

O mundo da estória, explica John Truby em “A Anatomia da Estória”, é “uma teia complexa e detalhada na qual cada elemento tem um significado na estória e é, de alguma forma, uma expressão física da teia de personagens e especialmente do herói”. Ele usa o termo “condensador-expansor”, porque o mundo da estória condensa significado e depois o expande gradualmente para a mente do público, como mensagens subliminares trabalhando em segundo plano. Como dizemos no jargão de Operações Especiais, você deve tentar conquistar “corações e mentes” do seu público, e com o mundo certo para a sua estória, você faz exatamente isso.

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Truby e o Argumento Moral

Ah, quão complexo é escrever ficção! Escrever qualquer coisa, na verdade. John Truby, em “A Anatomia da Estória”, diz que eu preciso criar crescimento moral, mas como é que alguém sabe como crescer moralmente em primeiro lugar? É exatamente por isso que comecei a escrever; o porquê de eu estar escrevendo nesse momento — para evoluir moralmente. Eu preciso estar familiarizado com as palavras para poder expressar minha vida através delas, para que eu possa aprender a entendê-la. A única solução que eu prevejo é crescer enquanto escrevo. Mais uma vez, quão complexo!

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Truby e o Esqueleto da Estória

Todo esqueleto tem uma estória. Ou seria o contrário?

De acordo “A Anatomia da Estória” de John Truby, a estrutura de uma história é como ela se desenvolve ao longo do tempo. Ela é também o esqueleto ao qual toda a carne está ligada. Qualquer história tem um mínimo de sete partes, todas as quais devem estar organicamente ligadas à sua premissa e fluir naturalmente dela.

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Truby e o Porquê da Ficção

O livro que me fez querer aprender a arte da ficção.
(“Moby Dick”, por Augustus Burnham Shute, 1851-1906.)

Eu tenho esse desejo de escrever sobre a minha vida. Parece egocêntrico e provavelmente é um pouco, mas acho que há muito o que contar — se ao menos eu pudesse aprender as lições. A verdade é que é difícil encarar a verdade. Então eu pensei que tentar escrever ficção pode ser uma maneira de tornar isso mais fácil. Talvez fingindo que estou escrevendo sobre outra pessoa — alguém que nem sequer existe — misturando personalidades aqui e ali, adicionando quaisquer detalhes que eu ache interessante, eu possa realmente ser capaz de analisar minha vida em vez de sempre me evadir da tarefa. O problema é que eu não sei praticamente nada sobre a arte de escrever ficção.

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